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Apartamento Em São Paulo - Sp - Ap4351_prst

Anunciado há 49 dias

475000 reais
59 m² totais

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Informação do vendedor

Venda

    Tempo vendendo no Mercado Livre

    6 anos

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    Código da propriedade

    AP4351_PRST

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Localização

Rua Santa Virgínia, Tatuapé, São Paulo Zona Leste, São Paulo

Características

Área total59 m²
Área útil59 m²

Descrição

Confortável apartamento no cobiçado bairro do Tatuapé, mais precisamente no Parque São Jorge, lado totalmente plano do bairro. Descritivo: Cozinha possui piso em porcelanato e mobiliada com móveis de marcenaria sob medida, fogão Eletrolux 4 bocas à gás, torneira com misturador Deca com preparação de aquecedor elétrico. Dormitório com piso laminado e com móveis de marcenaria sob medida. Escritório/ Quarto 2 com bancadas e prateleiras de móveis de marcenaria sob medida. Banheiro em piso em cerâmica Eliana e móveis de marcenaria sob medida e torneira misturador Deca com preparação de aquecedor elétrico, chuveiro elétrico Hydra e louça Deca. Área de Serviço com piso em cerâmica e móvel de marcenaria sob medida. Vaga de garagem coberta e bem localizada. A reforma deste apartamento antigo, foi concluída em dezembro de 2016 e está impecavelmente novo. Toda a tubulação (hidráulica e esgoto) e fiação elétrica (quadro de luz) foram refeitos, as janelas (e também contam com telas de proteção e do tipo mosquiteira) e portas são novas. O prédio está tendo sua fachada completamente reformada e é super agradável e pacífico. A maioria de seus moradores estão lá desde sua construção. Como todo prédio antigo, as paredes são de bloco e a acústica excelente. As ruas desse lado do bairro são super tranquilas largas e arborizadas, onde aos fins de semana muitos moradores pedalam pelas ruas sem a presença de carros. Aqui você estará à 800 metros do Metrô Carrão e à 1100 metros do Metrô Tatuapé. Ao lado do Parque do Piqueri, Clube desportivo do Corinthians e vizinho da Sede Administrativa do Itaú, Na rua você tem à sua disposição algo como 15 restaurantes, cafés, bares, hamburguerias, padarias e docerias. Apenas a alguns metros do charmoso Empório Nova Benta e do recém inaugurado Mercado Lopes.


- Parque Piqueri

INFRAESTRUTURA

Áreas de estar, pista de Cooper, bicicletário, campo de futebol de areia, quadra de campo, quadras poliesportivas, aparelhos de ginástica, playgrounds, lago, palco para apresentações, estacionamento, sanitários, conchas de bocha. Na área do parque funciona também o Ponto da Leitura (SMC).

PARTICULARIDADES

O nome Piqueri faz alusão à tribo indígena que habitava a área localizada na confluência do Ribeirão Tatuapé e do Rio Grande, atual Tietê. A área do parque corresponde à antiga Chácara do Piqueri que em 1976, que foi definitivamente incorporada ao patrimônio municipal.

Possui vegetação composta por eucaliptal, alameda de sibipirunas, bambuzal e bosques heterogêneos. Destacam-se alecrim-de-campinhas, casuarina, espatódea, faveira, grevílea-gigante, ingá-banana, jacarandá-mimoso, jatobá, jerivá, magnólia-branca, paineira, pau-ferro e pau-incenso. Foram registradas 152 espécies, das quais 5 estão ameaçadas como a grumixama, o pinheiro-do-paraná e a unha-de-vaca-do-campo.

Conta com aproximadamente 90 espécies de fauna, incluindo peixes, sapo-cururu, tigres-dágua e cobra-de-duas-cabeças, que, na verdade, trata-se de um lagarto serpentiforme. Setenta e nove espécies de aves, com destaque para a família dos pica-paus, sabiás, papagaios e maracanãs, papa-moscas tiranídeos e, saíras e sanhaçus traupídeos, que reúnem grande número de espécies. Há registros interessantes de anambé-branco-de-rabo-preto, sabiá-ferreiro, saíra-ferrugem, saí-azul e saí-andorinha que chamam atenção pela beleza da plumagem ou canto. Ouriço-cacheiro representa o mamífero do parque.
CLUBE DESPORTIVO DO CORINTHIANS Parque São Jorge, tradicionalmente conhecido como Fazendinha, é a sede social do Sport Club Corinthians Paulista. Está localizado no bairro do Tatuapé, na zona leste de São Paulo.

São mais de 158 mil m² de área,que abriga o maior conjunto aquático brasileiro, bosques arborizados, ginásios poliesportivos, playground, quadras, espaços para eventos e completa estrutura para alimentação com restaurante e lanchonetes. Conta ainda com uma academia completa, locais para práticas desportivas e no Memorial com a exposição permanente de diversos materiais para ilustrar a paixão de toda uma nação, utilizando da tecnologia para transmitir a sua história singular. Além do Estádio Alfredo Schürig, utilizado pelas categorias de base de futebol masculino, futebol feminino e para jogos do time do Corinthians Steamrollers de Futebol Americano.Vizinho da sede administrativa do Itaú. Na rua você tem á sua disposição algo como 15 Restaurantes , Cafés, Bares, Hamburguerias, Padarias e Docerias.Apenas a alguns metros de charmoso Empório Nova Benta e Mercado Lopes, a reforma desse apartamento antigo foi concluida em dezembro de 2016,e está impecável.Toda tubulação (hidráulica e esgoto) e fiação (quadro de luz ), assim como todas as janelas (que contam com telas de proteção e do tipo mosqueteira) e portas novas.Há 15 minutos do metrô Tatuapé, há 20 minutos de carro do aeroporto internacional de Guarulhos A história do aeroporto de São Paulo, como era chamado na época, remete a 1947, quando o Aeroporto de Congonhas registrou um imenso movimento para sua capacidade operacional de passageiros e carga. Por isso, o então secretário de Viação e Obras Públicas do estado nomeou em 1951 uma comissão para levantar as possíveis áreas capazes de receber um aeroporto. Foram identificadas e catalogadas 23 e a escolha recaiu sobre o antigo distrito de Santo Ângelo na cidade de Mogi das Cruzes, mas nada de fato foi realizado.

A partir da década de 1960, políticas voltadas à industrialização do país forçavam o processo de criação de uma infra-estrutura aeroportuária que motivasse a fundação de empresas nacionais e multinacionais, condições imprescindíveis ao desenvolvimento econômico no período.

O surgimento de aviões de grande porte exigiu pistas maiores, motivando várias reformas no antigo Campo de Aviação de Viracopos, em Campinas, transformando-o em 1960 no Aeroporto Internacional de Viracopos/Campinas com 3240 metros de pista. As pistas de Congonhas ficaram limitadas, capazes apenas de receber voos domésticos e alguns poucos internacionais procedentes da América do Sul.

Diante das demandas do crescimento nacional, o Ministério da Aeronáutica promove a criação da Comissão Coordenadora do Projeto Aeroporto Internacional (CCPAI), presidida pelo tenente-brigadeiro e futuro ministro da Aeronáutica Araripe Macedo. O comitê foi designado para arquitetar as diretrizes de implantação de uma nova infra-estrutura aeroportuária, pois a aviação comercial a jato impunha transformações que não poderiam ser resolvidas com simples ajustes. A CCPAI confiou os estudos à empresa brasileira Hidroservice, consorciada às canadenses Acres e Parkin. Entre as diversas conclusões deste estudo, destacou-se que o Rio de Janeiro teria um potencial de tráfego de passageiros maior que São Paulo, devido à metrópole oferecer melhores condições econômicas de operação das aeronaves. Na época, as duas cidades sozinhas concentravam 55% do tráfego aéreo doméstico e 90% do tráfego internacional do país. Mediante os fatos, era importante a construção de dois aeroportos internacionais nas duas cidades e o Rio de Janeiro sediaria o principal complexo aeroportuário internacional do país.

Dos locais analisados, a Base Aérea do Galeão no Rio de Janeiro e a Base Aérea de São Paulo eram os que ofereciam maiores benefícios, pois naquele período para o Governo Militar era conveniente aliar os interesses da aviação comercial e militar. O novo Aeroporto de São Paulo/Guarulhos deveria ser, portanto, implantado o mais quanto antes, visando possibilitar o desenvolvimento econômico-operacional do principal aeroporto internacional do Brasil.

Embora o estudo reconhecesse que o aeroporto de Campinas possuía melhores condições meteorológicas e topográficas, foi considerada a distância de 95 km de São Paulo, (uma séria restrição ao conforto dos usuários) e a crise do petróleo na época. Ainda foram realizados estudos de viabilidade para a construção de uma ferrovia para trens de alta velocidade. No entanto o investimento se provou inexeqüível na época, pois não haveria densidade de tráfego suficiente para justificá-lo. Esta perspectiva hoje foi revista e o projeto do Expresso Bandeirantes está em andamento. As obras para construção do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro iniciaram-se após aprovação do estudo feito pela comissão e inaugurado em 20 de janeiro de 1977. Ao contrário do que ocorreu no Rio de Janeiro, em São Paulo o Ministério da Aeronáutica avaliou ser essencial envolver o Governo do Estado. Em quatro de maio de 1976 o então governador Paulo Egídio Martins firmou um acordo no qual constava que em todas as etapas de instauração do novo aeroporto da escolha do lugar à construção o estado de São Paulo seria responsável. Também ficou acordado que as obras seriam financiadas pelo Ministério da Aeronáutica (55%) e Governo do Estado de São Paulo (45%). Mas desde a escolha do local onde seria erguido o aeroporto, o assunto mostrou-se polêmico.

Campinas estava certa para abrigar o aeroporto, mas o governador decidiu que era preciso reexaminar a escolha, pois ele pensava que a região estava urbanizada demais. Novos estudos e levantamentos executados indicavam que a cidade de Ibiúna abrigava as condições ideais. Em 15 de setembro de 1975, Paulo Egídio assina um decreto declarando de utilidade pública para fins de desapropriação cerca de 60 quilômetros quadrados de áreas de terra em Ibiúna. Contudo uma série de disputas envolvendo a escolha da região iniciou-se, e só foi amenizada em março de 1977, quando Paulo Egídio decretou que uma nova área de 60 quilômetros quadrados, situada em Caucaia do Alto, distrito da cidade de Cotia sediaria o aeroporto. Isso foi o estopim para que protestos iniciassem. A Reserva Florestal do Morro Grande, um dos últimos vestígios da Mata Atlântica, seria parcialmente desmatada. Surgiu a Comissão de Defesa do Patrimônio da Comunidade, reunindo quase setenta entidades preocupadas com o meio ambiente. O governo prometeu reflorestar a região, argumentou os benefícios do novo terminal, levantou fundos para a obra, mas ela não saiu do papel.

O Governo Federal defendia a opção por Guarulhos porque pesava o fato de o Ministério da Aeronáutica ter doado 10 quilômetros quadrados de terras pertencentes à Base Aérea de São Paulo para construção do complexo aeroportuário. A escolha de qualquer outro lugar acarretaria grandes custos com desapropriações, colocando em risco a viabilidade do projeto.

Por outro lado, outra corrente defendia que era inviável a construção do aeroporto no sítio de Cumbica, devido às constantes cerrações na região que já afetavam as operações da Base Aérea. A neblina ocorre devido à proximidade da Serra da Cantareira e de várias áreas alagadas pelo rio Baquirivu-Guaçu.

A decisão de construir o novo aeroporto foi tomada na gestão do presidente Ernesto Geisel, mas a elaboração do projeto ficou para o próximo governo. O presidente seguinte, João Figueiredo, manteve o ministro da Aeronáutica, brigadeiro Délio Jardim de Matos, e colocou-o a frente da administração da obra.

Paulo Maluf, então governador do estado de São Paulo, iniciou uma série de discussões com o ministro da Aeronáutica e o presidente Figueiredo, nas quais defendeu que São Paulo não teria condições financeiras de arcar com sua parte no projeto. O acordo que tinha sido firmado em 1976, não pode ser cumprido e a Aeronáutica arcou com 92% dos recursos e o estado com o restante do investimento.

Na época, o prefeito de Guarulhos, Néfi Tales, reivindicou ao ministro da Aeronáutica um plebiscito entre os moradores da cidade. Os guarulhenses não queriam o novo Aeroporto Metropolitano na cidade, mas nada mais podia ser feito. De 23 de setembro de 1974 a 15 de dezembro de 1982, cinco decretos estaduais desapropriaram várias áreas para construção do aeroporto. Em 28 de janeiro de 1983 outro decreto autorizou a desapropriação de pouco mais de 44 mil metros quadrados em Nova Bonsucesso, em Guarulhos, para instalação de equipamentos de rádio navegação para a pista 27. Em sete de outubro do mesmo ano, outro decreto autorizou a desapropriação de pouco mais de dois mil metros quadrados para a instalação de equipamentos de rádio navegação para pista 09 na Vila Izabel na capital de São Paulo.